Resposta:



Só hoje (27/12/2010) eu li os comentários deixados aqui e realmente tudo não passou de uma interpretação passional. "Não apoiamos a homossexualidade" no sentido de NÃO ESTIMULAMOS A HOMOSSEXUALIDADE. Assim como não estimulamos que ninguém seja de "direita" ou "esquerda", ou que torça para o time X ou Y. Esses eram temas alheios ao nosso propósito aqui.

Reconhecemos, porém, que uma manifestação dessa natureza possa atrair o ódio dos leitores. Principalmente porque esse é um assunto socialmente "delicado", que inevitavelmente demanda uma abordagem cuidadosa.

E se alguém quiser boicotar, fique à vontade. Até porque não há nada mais para boicotar. O site acabou. Só ficará essa resposta aqui. Já não há mais "clima" para continuar com esse blog, posto que esse desgastante debate já ultrapassou os limites razoáveis do tédio. 

Certamente haverá um grupo de pessoas comovidas por um ódio coletivo para o qual nada que nós dissermos aqui bastará para amenizá-lo. Entretanto, acreditamos que a maioria dos que acompanham essa querela prontamente se dará conta de que essa infrutífera discussão já ficou cansativa.

Porque como eu já havia dito, NÃO somos contra homossexuais. E o tema central daqui não eram textos sobre homossexualidade, mas sobre religiões e ciência. O Bule Voador, que é um site com bons textos, simplesmente estava começando a fugir da temática. Nada mais que isso. Teria sido o mesmo se eles tivessem começado a postar sobre futebol. Visto que futebol não era um dos temas da Central e também não apoiamos nenhum time em particular, nem estimulamos que se torça para algum.

E tampouco temos algo contra os colunistas do Bule, os quais não conhecemos pessoalmente o que torna essa opção uma impossibilidade. Interessante é que os próprios autores já comentaram que o Brasil é o país "que lincha primeiro e pergunta depois". 

E se alguém não entendeu:

NÓS CONDENAMOS A HOMOFOBIA.

NÓS REPROVAMOS  QUALQUER FORMA DE PRECONCEITO.

Se você ainda está apegado à opinião sobre a Central que você gerou desde o início  desse assunto, não há mais nada que se possa dizer para convencê-lo do contrário. Sou advogado e entendo como essas coisas funcionam.